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Zumbido pode estar ligado ao sistema somatosensorial 02/11/2010

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Segundo estudos publicados em 2007, na revista Progress in Brain Research, o sistema somatosensorial – o qual percebe as sensações corporais através do córtex cerebral – da região da cabeça e do pescoço pode estar intimamente ligado com a percepção do zumbido em algumas pessoas. “Além das causas próprias das estruturas internas dos ouvidos, principalmente das cócleas – estruturas internas dos ouvidos em forma de caracol – outros fatores podem desencadear o sintoma, como mostra o estudo”, afirma Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial da Clínica Köhler Ortofacial.

Não perca próximo encontro de Apoio a pessoas com Zumbido nesta sexta, dia 5, no Hospital de Clínicas.

Encontro mostra a atuação da ortodontia no tratamento do zumbido 01/09/2010

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Na próxima sexta-feira (03) acontece mais um encontro do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ). O palestrante será o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, que irá explicar a atuação destas especialidades nos pacientes com zumbido. “O zumbido é o sintoma de que algo esteja organicamente inadequado, mas  não necessariamente somente com os ouvidos. Sua origem pode estar associada a vários sistemas ou partes do corpo, por isso muitas vezes o tratamento é multi-interdisciplinar. O primeiro passo é consultar um médico otorrinolaringologista, que após descartar problemas na estrutura interna do ouvido encaminhará o paciente a outras especialidades, quando necessário”, explica Gerson.
Os exames devem ser detalhados e podem envolver, inclusive, uma análise da região craniofacial. “Existem questões odontológicas e neuromusculares da face que interferem no zumbido. Apertamentos, a forma incorreta de fechar a boca, a maneira como os dentes se contactam e até mesmo o excesso de força empregado pela musculatura facial podem influenciar o zumbido, podendo ser a causa ou um dos diversos fatores que podem piorar a situação”, esclarece o especialista.
Segundo Gerson, cerca de 28 milhões de brasileiros padecem do sintoma, caracterizado pela percepção nos ouvidos ou na cabeça de um som que não existe no meio externo. “Destes, cerca de 15% percebem o zumbido e sentem um incômodo e 5% tem o chamado ‘zumbido incapacitante’, casos em que a pessoa sofre diversas limitações que influenciam e prejudicam o sono, a vida profissional e social e a concentração”, acrescenta. O ortodontista explica ainda que existem mais de 200 fatores que podem causar o zumbido. A busca por tratamento especializado é importante, com a precocidade que for possível, quanto antes a questão for corretamente diagnosticada, melhores serão os resultados terapêuticos alcançados. “É preciso encontrar a(s) causa(s) que gera(m) o desconfortável sintoma para poder propiciar níveis de bem-estar que façam com que a pessoa possa viver com melhor  qualidade de vida”, é a importante consideração final de Gerson Köhler, professor convidado da UFPR – pós-graduação – desde 1988.
GAPZ
Com o objetivo de informar e atualizar as pessoas sobre o que é, as causas, consequências e tratamentos para o zumbido, o GAPZ é uma iniciativa pioneira que existe há mais de 10 anos no Brasil e tem pólos em vários estados. O grupo tem ganhado cada vez mais destaque e já foi objeto de estudos que indicam que as pessoas com frequência superior a 75% nos encontros conseguem melhora significativa no problema do zumbido.
No encontro são esclarecidas todas as dúvidas dos presentes pela equipe interdisciplinar do GAPZ.
Evento
O encontro desta sexta-feira, 3 de setembro, ocorre, como sempre, no anfiteatro do 5. andar do anexo B do Hospital de Clínicas da UFPR. A palestra é gratuita e a presença pode ser agendada pelo fone (41)3225.1665.
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Data: 03.09.2010
Tema: A atuação do ortodontista no tratamento do zumbido.
Palestrante: Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

Encontro explica o papel da fisioterapia no tratamento do zumbido 10/08/2010

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Na última sexta-feira (6) aconteceu mais um encontro do Gapz – Grupo de apoio à pessoas com zumbido  – no Hospital de Clínicas da UFPR em Curitiba, com o tema “A atuação da fisioterapia no zumbido”. A fisioterapeuta Vivian Domit Pasqualin foi a responsável pela palestra, que contou com a presença de mais de 30 pessoas. “O zumbido é resultado da interação dinâmica de alguns centros do sistema nervoso, que podem ser auditivos ou não. Alguns músculos possuem um ponto de referência dentro do ouvido e é por este motivo que a fisioterapia se tornou uma importante aliada no tratamento desse mal”, esclarece Vivian.
A fisioterapeuta explica que existem nove músculos principais que podem estar ligados ao zumbido como os das costas e do pescoço. “O sistema músculo-esquelético, principalmente na cabeça, face e pescoço, pode estar associado a este incômodo. Dores espontâneas ou com compressão, tensão e encurtamento muscular e até mesmo disfunção motora podem desencadear o zumbido ou interferir em sua intensidade”, afirma à especialista. O tratamento com fisioterapia visa restabelecer a condição muscular, melhorar a amplitude dos movimentos, aumentar a força dos músculos e controlar a dor. Vivian acrescenta que “massagem e alongamento são algumas das técnicas utilizadas, além do paciente receber várias orientações. Cada um tem a sua dor, por isso tudo é personalizado de acordo com o caso”.
Mas antes de recorrer a esta área da medicina, o primeiro passo é procurar um otorrinolaringologista, que irá descartar inúmeras outras causas possíveis e então indicar o tratamento correto. “O zumbido possui mais de 200 causas e mais de 28 milhões de pessoas sofrem com isso no Brasil. Nem sempre se pode solucionar o problema, mas é possível controlá-lo e diminuí-lo”, ressalta Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial. Ele afirma que até mesmo questões odontológicas como bruxismo, forma incorreta de fechar a boca e a maneira como os dentes de encostam podem influenciar o barulho no ouvido.
Criatividade que trouxe alívio ao zumbido
“Recomendo, pra mim fez uma grande diferença. Vou intensificar meu apoio e ajudar a divulgar o Gapz”, ressalta Masami Sato, depois de contar sua experiência para todas as pessoas que participaram do encontro e que também buscam uma solução. Masami faz parte da parcela de 5% das pessoas que sofrem com o chamado zumbido incapacitante, que as impede até de trabalhar. Após frequentar algumas reuniões do grupo, Masami foi ao consultório da otorrinolaringologista Rita de Cassia Guimarães, responsável pelo Gapz em Curitiba. “Ela disse que a solução para o meu caso que tenho zumbido nos dois ouvidos era o tratamento através de sessões de aconselhamento e enriquecimento sonoro. Existem aparelhos geradores de som mas o custo é muito alto e não tenho condições para comprá-los, então tive uma idéia que me ajudou e pode ajudar outras pessoas”, conta.
O engenheiro eletrônico, com ajuda de seu filho, encontrou o ruído branco – som que vai do agudo ao grave, semelhante ao chiado de uma emissora de televisão fora do ar – na internet e gastou dois dólares para fazer o download.
“Então comprei um MP3 e um fone colocado de maneira especial na cabeça, gravei o som e agora escuto o dia todo. Foi um alívio, faz duas semanas que estou usando e já posso trabalhar e dar o sustento da minha família” comemora Masami, que sofre com o problema há quatro anos e já tinha tentado vários tratamentos sem sucesso. “A ideia deu tão certo que a doutora Rita quer conseguir patrocínios para a aquisição de aparelhos MP3 e fones  para iniciar um estudo científico com este dispositivo para o tratamento do zumbido e então poder disponibilizar à população de baixa renda e que sofre com o zumbido”, comenta Masami.
A Dra Rita esclarece que o tratamento do zumbido através de terapia sonora deverá sempre acontecer com sessões de aconselhamento onde o paciente é esclarecido sobre  todos os fatores envolvidos no seu zumbido, compreende como ocorre o treinamento auditivo pelo som neutro e retira qualquer associação negativa relacionada ao zumbido e que reforça a sua percepção e o seu incômodo.
“Esse é o principal objetivo do Gapz, promover a troca de experiências entre as pessoas que sofrem do mesmo problema, além de trazer orientações e atualizações sobre o zumbido”, considera o ortodontista Gerson. Vivian concorda e acrescenta que “é uma iniciativa inovadora e pioneira que cresce cada dia mais no Brasil.
Estudos comprovam que as pessoas que participam de pelo menos 75% dos encontros do Gapz têm uma melhora significativa no zumbido”.
Vale dizer que o paciente está iniciando um tratamento com treinamento sonoro e sessões de aconselhamento e que ele próprio confeccionou um dispositivo com auxílio de um MP3, com baixo custo e que poderá inclusive ser utilizado por outros pacientes que quiserem fazer parte de uma pesquisa científica para o tratamento do zumbido.

Fisioterapia pode auxiliar no tratamento do zumbido 05/08/2010

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O zumbido atinge 17% da população brasileira e é caracterizado pela percepção que um indivíduo tem nos ouvidos ou na cabeça de um som que não existe no meio externo. Em 20% dos casos provoca grande repercussão na vida dos pacientes, dificultando o sono, a concentração, a vida profissional e social, gerando ou agravando estados de ansiedade e depressão.
“Antigamente acreditava-se que o zumbido era exclusivamente causado por doenças do ouvido, mas hoje é comprovado que ele pode ser originário de vários sistemas ou partes do corpo”, explica o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, membro do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ).
Alguns pacientes afirmam que o zumbido sofre influências da contração dos músculos, principalmente aqueles localizados na região da cabeça ou do pescoço, alterando a intensidade ou tipo. “A partir desses relatos passou-se a dar mais atenção aos pacientes com histórico de traumas na cabeça ou pescoço, quadros de dor muscular de repetição, manipulação dentária ou até mesmo massagens e exercícios físicos realizados de forma indevida”, ressalta Gerson. Vivian Domit Pasqualin, fisioterapeuta e membro da GAPZ, acrescenta ainda que algumas dores se originam num lugar mas podem se refletir em outro, estas são chamadas de somatossensoriais e também podem originar o zumbido. Ela será a palestrante do próximo encontro do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido que acontece toda primeira sexta feira de cada mês no 5º andar do Hospital de Clínicas em Curitiba. O tema tratado no dia 6 de agosto, a partir das 14h será a atuação do fisioterapeuta nos pacientes com zumbido. Vivian Pasqualin orienta que, “um indicador desse caso é se o exame de audiometria apontar que os dois ouvidos estão iguais, mas somente em um o paciente reclama do zumbido. Em muitas pessoas existem pontos bem definidos de dor nos músculos (pontos-gatilho), principalmente no pescoço e na cabeça, que quando pressionados irradiam essa dor imediatamente para outras partes do corpo, incluindo o ouvido”, esclarece. Vivian também afirma que essa é uma característica da síndrome dolorosa miofascial e que em casos como esse a fisioterapia é a melhor indicação, pois ajuda a diminuir tanto a intensidade do zumbido e da dor como o número de pontos – gatilho.
“O zumbido pode ter muitas causas, por isso é necessária uma investigação detalhada. Por outro lado, o tratamento de algumas formas do sintoma pode ser terapêuticamente variável, havendo várias maneiras de controlar esta incômoda e desconfortante sensação”, conclui Gerson.

Zumbido tem tratamento 09/06/2010

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Um barulhinho incômodo nos ouvidos que faz parte de cerca de 28 milhões de brasileiros, esse é o zumbido. Para atender essas pessoas, todo início de mês acontece o Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ). O próximo encontro será nessa sexta-feira, 11 de junho, com o tema “Principais exames médicos e audiológicos para o diagnóstico do zumbido”, que contará com a presença de Rita Mendes, coordenadora do GAPZ-Curitiba e Izabella Pedriali de Macedo, fonoaudióloga especialista em audiologia e o ortodontista e ortopedista facial e Gerson Köhler.
De acordo com Rita Mendes, no encontro será discutido a investigação do zumbido, que não é exatamente uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por diversos fatores, que na maioria dos casos em alguns casos é acompanhado de um certo grau de perda de audição. Além de abordar a consulta médica e as indicações dos exames complementares.
“O primeiro passo ao sentir o sintoma os sintomas é procurar um médico, pois a partir da consulta é que se pode encaminhar e solicitar exames para o paciente. Além de avaliações que complementarão a consulta e determinarão as causas do zumbido para cada um”, diz Rita.
Inicialmente serão pedidos exames laboratoriais de sangue e exames de audição realizados pelo fonoaudiólogo. “Na dependência destes resultados o médico poderá solicitar: exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância magnética de ouvidos), de Doppler arterial e as avaliações com profissionais: dentista, fisioterapeuta, psicólogo, etc”, complementa a fonoaudióloga Izabella Pedriali de Macedo.
Depois de diagnosticado o zumbido, o ortodontista e ortopedista facial e membro da GAPZ Curitiba, Gerson Köhler, diz que não há motivo para se assustar, pois o problema tem tratamento. “Ele pode ser causado pela exposição prolongada à ruídos intensos, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula”, afirma.
Köhler complementa: “Como o zumbido pode ter várias causas é importante que seja feito exames detalhados. Por isso GAPZ-Curitiba conta com uma equipe multidisciplinar – com no singular otorrinolaringologista s, dentista s, fonoaudiógolo s, fisioterapeuta s, psicólogo s, entre outros profissionais”.
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Data: 11 de junho
Tema: “Principais exames médicos e audiológicos para o diagnóstico do zumbido”
Palestrantes: Rita Mendes, coordenadora do GAPZ e Izabella Pedriali de Macedo.
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

Encontro auxilia pessoas com problema de zumbido 10/05/2010

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Falta de sono, alteração de humor, dificuldade de concentração e mudanças em sua vida social podem ser indicadores de que você é uma pessoa com problema de zumbido. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, esta é a realidade de cerca de 278 milhões de pessoas no mundo – 28 milhões somente de brasileiros que sofrem com esse male.
Paulo Jesuan Guimarães Ulbrich é um desses brasileiros e com uma história única. Refém dos zumbidos há sessenta anos e vinte quatro horas por dia, a sua vida foi em função do problema. “Sempre soube que tive esse problema, porém, ainda não tive a oportunidade de ter um tratamento”, conta.
Ulbrich foi um dos participantes do Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ), que aconteceu na tarde desta sexta-feira, 07 de maio, no Hospital de Clínicas. Após ouvir a palestra, ministrada para uma platéia de pessoas com problemas parecidos ao dele, ele resolveu que era momento de começar o tratamento, se livrando do tormento que o acompanhou durante sua vida inteira.
Uma das palestrantes, a psicóloga Lesle Maciel abordou os aspectos emocionais relacionados ao zumbido, falando como esse irritante barulho pode atrapalhar a vida de uma pessoa, afastando-a do convívio de familiares e amigos. Segundo Lesle, o primeiro passo para a melhora é o reconhecimento do problema. “As pessoas que tem zumbido, tem dificuldades em reconhecer que tem um problema. Só após essa atitude que ela vai procurar um médico, que traçará seu histórico e uma solução terapêutica”, diz.
Geralmente, quem sofre desse mal perde o prazer de viver, mas depois de efetuados os exames necessários e o tratamento definido, o paciente retoma sua qualidade de vida, além de ter diminuição ou, até mesmo, a ausência dos sintomas. “Cuidar do zumbido é uma forma de cuidar de si mesmo, depende da própria pessoa achar saída e fazer pequenas mudanças no comportamento dos seus hábitos”, afirma Lesle.
De acordo com a fisioterapeuta Vivian Pasqualin, o problema não é exatamente uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por mais de duzentas causas, como por exemplo, alto consumo de cafeína, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula. “Para quem sofre de zumbido, não há motivo para se assustar, pois ele tem cura”, completa Vivian.
Mas antes de procurar uma psicóloga e ao sentir os sintomas, o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, da equipe interdisciplinar do GAPZ,  recomenda que o paciente marque uma consulta com otorrinolaringologista. “Ao descartar a possibilidade de problemas nas estruturas internas do ouvido, o médico o encaminhará para as outras especialidades”, explica.
De acordo com Köhler é a partir desse primeiro diagnóstico que há uma análise da região craniofacial, através da qual será possível detectar se o zumbido tem como causa também este componente, proveniente de função inadequada do aparelho mastigatório.
A coordenadora do grupo, Rita Mendes, complementa: “Como o zumbido pode ter várias causas é importante que sejam feito exames detalhados.
Por isso, essa equipe é multidisciplinar – contando com otorrinolaringologistas, odontologistas, fonoaudiógolos, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros profissionais”, conclui.
O GAPZ já funciona em Curitiba há quase sete anos, tendo surgindo inicialmente em São Paulo, através da Professora Doutora Tanit
Sanchez, da Divisão de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, uma das mais conceituadas especialistas em zumbido no Brasil.
Próximo encontro:
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo e encontro: 11 de junho
Tema: “Principais exames médicos e audiológicos para o diagnóstico do zumbido”
Palestrante: Rita Mendes, coordenadora do GAPZ e Izabella Pedriali de Macedo.
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade
Federal do Paraná

Crédito: Marie-Claire Devos

Zumbido pode causar problemas emocionais 03/05/2010

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Imagine viver com um barulhinho parecido ao de um apito, um chiado, uma cigarra ou um grilo no ouvido. Absolutamente, você não iria se sentir confortável. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, esta é a realidade de cerca de 278 milhões de pessoas no mundo e de cerca de 28 milhões de brasileiros que sofrem com o zumbido.
O problema não é exatamente uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por diversos fatores, que em alguns casos é acompanhado de um certo grau de perda de audição. Este barulho incômodo pode ser causado pela exposição prolongada a ruídos intensos, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula. Para quem sofre de zumbido, não há motivo para se assustar, pois ele tem cura.
Na próxima sexta-feira, 7 de maio, o Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ), receberá a psicóloga Lesle Maciel, que abordará o tema “aspectos emocionais relacionados ao zumbido” e tem como objetivo tirar todas as dúvidas de quem sofre desse mal. “Pelas palestras dadas, já sabemos que o paciente com este problema precisa de um suporte intenso, pois após o diagnóstico vem acompanhado de mudanças nos hábitos e valores deles”, afirma Lesle.
Segundo a psicóloga, é preciso que o paciente aceite o tratamento, pois a não adesão dele certamente irá ajudar no surgimento de outras doenças com a vinda da idade. Em muitos casos o zumbido por ser irritante, pode desencadear uma série de sintomas psicológicos.
“É nesse momento que a psicologia intervém para auxiliar na mudança e procura desenvolver uma consciência do que esta acontecendo. Além de baixar a ansiedade e tensões frente a todas essas novidades” finaliza Lesle.
Mas antes de procurar uma psicóloga e ao sentir os sintomas, o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, membro da GAPZ Curitiba, recomenda que o paciente marque uma consulta com otorrinolaringologista. “Ao descartar a possibilidade de problema nas estruturas internas do ouvido, o médico encaminha para as outras especialidades”, explica.
De acordo com Köhler é a partir desse primeiro diagnóstico que há uma análise da face, onde é possível detectar se o zumbido tem este componente também do aparelho mastigatório.
A coordenadora do GAPZ-Curitiba, Rita Mendes, complementa: “Como o zumbido pode ter várias causas é importante que seja feito exames detalhados. Por isso GAPZ-Curitiba conta com uma equipe multidisciplinar – com otorrinolaringologistas, dentistas, fonoaudiógolos, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros profissionais”, conclui.
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo e encontro: 07 de Maio
Tema: “Aspectos emocionais relacionados ao zumbido”
Palestrante: Lesle Maciel, psicóloga
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

Campanha nacional alerta sobre o zumbido 21/04/2010

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O Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido (GAPZ), recebe nesta quinta feira, dia 22, a primeira etapa da Campanha Nacional de Alerta ao Zumbido, o objetivo é chamar a atenção para o problema que já atinge cerca de 28 milhões de brasileiros.
A campanha idealizada por Tanit Ganz Sanchez, otorrinolaringologista e especialista em Zumbido, percorre as principais cidades brasileiras, levando conhecimento e esclarecendo as principais causas e os possíveis tratamentos para quem sofre deste mal. A coordenadora do GAPZ em Curitiba, a otorrinolaringologista e otoneurologista Rita Mendes, conta que em Curitiba o grupo atende mensalmente mais de 20 pessoas com zumbido, mas com a vinda de Tanit a intenção é ampliar este grupo. “Muitas vezes as pessoas não se dão conta que sofrem com o zumbido, ou desconhecem o porquê do desconforto. Com a vinda da Dra. Tanit pretendemos esclarecer cada dia mais pessoas e eliminar o rótulo de que zumbido não tem cura”, afirma Rita.
A coordenadora do GAPZ explica que o zumbido é um incomodo que atinge pessoas de várias idades e tem causas diversas, pode ser causado por exposição contínua a ruídos intensos, usos indiscriminados de aparelhos eletrônicos, pressão alta, diabetes e até problemas nas articulações da mandíbula. “Por isso que o GAPZ Curitiba trabalha com uma equipe multidisciplinar, o zumbido deve ser investigado em todas as suas possibilidades”, conta Rita.  O Grupo reúne otorrinolaringologista, dentista, fonoaudiógolo, fisioterapeuta, Psicólogo, neurologistas, entre outros profissionais. “O zumbido pode ter muitas causas, por isso é necessária uma investigação detalhada. Por outro lado, o tratamento de algumas formas do sintoma pode ser terapêuticamente variável, havendo várias maneiras de controlar esta incômoda e desconfortante sensação”, afirma o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, também membro do GAPZ Curitiba.
A Campanha Nacional de Alerta ao Zumbido pretende chamar a atenção da população e da comunidade médica sobre este mal, a palestra acontecerá nesta quinta-feira no Hotel Bristol Ambassador, na Rua Visconde do Rio Branco, 1338. Para participar os interessados devem confirmar a presença através do telefone 0800-701-8102 ou pelo e-mail sac.brasil@phonak.com. O evento é gratuito, mas os organizadores pedem a contribuição com um quilo de alimento, que serão revertidos às instituições sociais da cidade.

GAPZ trás esperança para aqueles que sofrem com o Zumbido 15/04/2010

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Entender o que é o zumbido e esclarecer as dúvidas com profissionais qualificados, este é o objetivo do Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ) que teve sua segunda reunião anual na última sexta-feira. O encontro reuniu profissionais e pacientes para debater o tema e compreender as causas do zumbido e os sintomas.
A segunda reunião anual teve no centro do debate “Como explicar os diferentes graus de incômodo zumbido”, durante a exposição da coordenadora do grupo, Otorrinolaringologista e Otoneurologista Rita Mendes, os presentes puderam aprender sobre as diferentes causas e também entender pequenos detalhes que podem auxiliar na diminuição do incomodo durante o dia. “As pessoas que procuram o grupo querem compreender melhor o que acontece com elas, ter informações atualizadas e corretas. E é um estimulo saber que tem tratamento”, afirma Rita.
Durante a exposição Rita apontou algumas das principais causas do zumbido e apontou a importância do diagnóstico ser realizado por profissionais de diversas áreas trabalhando em conjunto. “O diagnóstico deverá ser realizado por um especialista em doenças do ouvido, mas poderá pedir exames de ortodontista, fonaudiólogos, fisioterapeutas e até psicólogos”, lembra.
Para o ortodontista e ortopedista fácil Gerson Köhler, que também participa do grupo de profissionais do GAPZ, esta investigação não deve ser limitada, é necessário que todas as áreas próximas do ouvido sejam examinadas. “É ai que entra a ortodontia, o problema pode ser causado também por uma disfunção das articulações da mandíbula, ou o pressionamento inadequado das articulações da boca. Nestes casos o tratamento é possível e poderá eliminar o desconforto do zumbido”, afirma Köhler.
Para os participantes a experiência foi gratificante e puderam perceber que não estão sozinhos e principalmente que o zumbido tem tratamento. “Em casa estava numa escuridão, agora encontrei a luz a esperança de que vou melhorar”, afirma Marie Miyamura de 56 anos que conta que sofre de zumbido a mais de 10 anos. “Eu já acordo irritada, agora sei que tem tratamento e que minha vida vai melhorar”, afirma.
Já Ademar Walter, 59, que participa do encontro pela segunda vez e sofre com o zumbido a mais de 20 anos aponta a importância do grupo, “Acho fantástica esta oportunidade, assim podemos despertar a consciência para a importância da qualidade da nossa vida, e também da perda de audição”.
O que é o Zumbido
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerce de 278 milhões de pessoas no mundo têm perda da audição, em maior ou menor grau, só no Brasil cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem com o zumbido, aquele chiado constante nos ouvidos.
O zumbido em si não é uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por diversas causas, na maioria das vezes é acompanhado de algum grau de perda de audição decorrente de alterações da via auditiva e pode ser causado por exposição prolongada à ruídos intensos, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula.
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo e encontro: 07 de Maio
Tema: “Aspectos emocionais relacionados ao zumbido”
Palestrante: Lesle Maciel, psicóloga
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

Palestra sobre zumbido promove troca de experiências 08/03/2010

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Com o objetivo de transmitir a informação de forma simples e acessível, além de proporcionar a interação entre os pacientes, a equipe do grupo de apoio a pessoas com zumbido (GAPZ) promoveu o primeiro encontro do ano e 2010. “As pessoas pensam que o mal é individual porém cerca de 27 milhões de brasileiros queixam-se de zumbido aumentando para 1/3 da população da terceira idade. Assim, formamos esta rede voluntária para proporcionar o contato entre os pacientes e esclarecer que o zumbido não é uma doença. É um sintoma de causas múltiplas”, afirma a médica otorrinolaringologista Rita Guimarães Mendes, coordenadora do grupo.
O GAPZ é formado por profissionais da área de odontologia, fonoaudiologia, fisioterapia e psicologia.
Entre as causas mais freqüentes de zumbido estão a exposição a ruídos intensos, as alterações cardiovasculares, metabólicas, o processo de envelhecimento auditivo, transtornos psicológicos e as disfunções musculares craniofaciais e do pescoço.
Crianças e adolescentes também estão sujeitos aos sintomas, visto que, atualmente, as exposições aos ruídos estão cada vez mais intensas.
O Dr Kohler, ortodontista do grupo, esclarece que a participação das reuniões do GAPZ não substitui a avaliação individual e o tratamento. “ O objetivo é proporcionar um encontro e troca de experiências”,diz.
Como forma de buscar conhecimento e socialização é que o casal de administradores Márcio Ricardo Socha, 43 e Vanessa Nami Pastuch, 41 chegaram até o GAPZ. Devido ao uso de medicação pós-cirúrgica, provenientes de uma cirurgia cardíaca, Ricardo Socha, sofre de zumbido há sete anos. “Este mal me afastou dos ambientes sociais. Sinto constrangimentos em ir a teatros, shows, eventos esportivos… cinema, só legendado”. Assim, a esposa o acompanha durante as reuniões como forma de apoiá-lo e juntos superarem o problema. Importante salientar, segundo a Dra Rita, que o zumbido não causa surdez e sim pode ser a consequência dela. A pedagoga Maria Heloisa Sabino, 48, afirma que o diagnóstico lhe fora informado depois de intensas avaliações. “Passei por cirurgia no septo nasal – parede que separa o lado esquerdo do lado direito do nariz – pois o médico acreditava que o sintoma estava relacionado ao ronco e a dificuldade na respiração. O que, infelizmente, não resolveu meu problema. Nisto, busquei a ajuda de um especialista da área de ortodontia. Agora, ele avalia se o sintoma tem a ver com uma deformação buco-maxilar”.
O próximo encontro do GAPZ será no dia 09 de abril, com o tema “Como explicar os diferentes graus de incômodo com o zumbido”, no Hospital de Clínicas de Curitiba, bloco 05, anexo B, a partir das 14h.

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