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Conheça os sintomas da apnéia obstrutiva do sono 22/06/2011

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O especialista em ortodontia e ortopedia facial Juarez Köhler, que atua na equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial, observa que diferentes sintomas podem revelar a apnéia obstrutiva do sono. “Lapsos de memória, cansaço, adormecimento em qualquer lugar durante os momentos de descanso, redução do desempenho nas atividades intelectuais, falta de ânimo, explosões temperamentais e perda do interesse sexual são os sintomas mais percebidos pelos especialistas nos pacientes diagnosticados com apnéia”, ressalta.

Sono é tema de congresso de Ortodontia 07/10/2009

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Profissionais podem ajudar pacientes a recuperar a qualidade de vida enquanto dormem

1rhEm outubro, a classe de ortodontistas e ortopedistas faciais irá se encontrar em Brasília para o 7º Congresso da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial. Será realizado pela primeira vez um Simpósio sobre a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono. O evento ocorrerá entre os dias 8 e 11 do mês, em Brasília, e contará com a participação de várias autoridades nacionais e estrangeiras sobre o assunto.
Em um primeiro momento, não é tão clara a relação entre sono e os ortodontistas, mas a verdade é que esses profissionais podem ter atuação fundamental na área, juntamente com médicos do sono e otorrinolaringologistas. Os distúrbios mais comuns são agitação, cefaleias, movimentos dos membros superiores e inferiores, suor e micção durante o sono, além das apneias e do ronco. E é sobre esses dois últimos eventos que a Ortodontia pode ajudar.
A pessoa sofre de ronco e apneia quando a entrada na faringe, no fundo da boca, fica parcial ou totalmente obstruída. Isso acontece devido a vários fatores, um deles é a “queda”  da base da língua e palato mole para trás enquanto a pessoa dorme. “A solução para este caso específico é o uso de um aparelho intrabucal que mantém o maxilar inferior para frente, deixando a passagem de ar livre durante o sono”, explica o ortodontista e ortopedista facial, Gerson Köhler.
Já quem ronca e tem apneias com a boca escancarada (a maioria, mas alguns roncam mesmo respirando pelo nariz) tem um novo caminho para encontrar a luz no fim do túnel. Surgiu recentemente um novo tipo de tratamento, nos EUA, que utiliza um dispositivo para manter a boca fechada durante o sono. É uma alternativa interessante para casos específicos, daqueles que não se acostumam com o aparelho intrabucal ou que tem contraindicações para seu uso.
Qualquer aparelho para sono, no entanto, deve ser utilizado sempre sob rigoroso controle clínico, após minuciosos exames diagnósticos prévios e jamais sem orientações e controle, afirma Köhler. “Apneias severas podem fazer dessaturação irreversível da oxigenação sanguínea e levar à morte durante o sono”.
A flacidez da musculatura da face e do pescoço pode ser outra dentre as causas desses distúrbios, e também há uma solução específica para o caso. Pesquisadores da USP criaram uma rotina de exercícios  para tonificar esses músculos, diminuindo radicalmente a ocorrência de roncos e apneias nas pessoas que testaram o tratamento. “É ótimo para os pacientes haver essa gama de opções de terapia, que atendem cada caso específico com mais eficiência”, afirma Köhler.
ehhrDia bom só com noite bem dormida
Procurar ajuda quando as noites de sono não costumam recolocar o corpo em condições de enfrentar a atividades diárias é essencial. Quem dorme mal pode apresentar dificuldade de aprendizagem, concentração, memorização, além de problemas de saúde, que podem afetar o sistema cardíaco no longo prazo.
“Razões para procurar um especialista na área de distúrbios do sono não faltam e é de fundamental importância para portadores desses males”, diz o ortodontista. Ele explica que o primeiro passo para se começar a dormir é bem é passar pelo exame de polissonografia, em que, durante uma noite inteira, médicos e equipamentos especiais monitoram o paciente dormindo. A partir daí que se define quais os melhores caminhos para chegar a uma boa noite de sono.

GAPZ apresenta os tratamentos para o zumbido 05/10/2009

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O Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido trouxe, na última sexta-feira, aos seus participantes informações sobre o que eles mais querem saber: solução. Os diversos tipos de tratamento para o problema foram apresentados pela otorrinolaringologista e otoneurologista, Rita Mendes, que também coordena o GAPZ.

Mais uma vez, muitas caras novas na plateia, que contava com cerca de 30 pessoas. Entre elas, uma advogada que veio de muito longe, de Porto Alegre. Há muito tempo procurando por recursos para o seu zumbido, ela encontrou o GAPZ pela internet e não teve dúvidas, pegou a estrada para ver como o grupo poderia ajudá-la.

Ela viu  Dra. Rita Mendes explicar que diversas terapias estão na área da Otorrinolaringologia, que abrange a maior parte das causas do zumbido, mas que também existem outros tratamentos que exigem o trabalho interdisciplinar com ortodontistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos. “Mas o passo inicial é sempre dado pelo otorrinolaringologista, que irá descartar as deficiências próprias dos ouvidos (cóclea) antes de indicar outro profissional para atuação interdisciplinar/multiprofissional”, informa o ortodontista e ortopedista facial do GAPZ, Dr. Gerson Köhler.

Segundo ele, a atuação em conjunto de especialistas em várias áreas da saúde é fundamental para o trato não só de determinados casos específicos de zumbido, mas também em várias outras situações médicas, principalmente em questões de ronco, apneia e certos tipos de cefaleias tensionais. “Essa troca de informações é extremamente benéfica aos pacientes, que podem contar com mais conhecimentos a favor de seu tratamento”.

Distúrbios do sono 03/08/2009

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Olá amigos,
Na continuidade de assuntos sobre as inadequações da respiração, vale a pena ver este vídeo sobre Distúrbios do Sono.
Lembrem-se de que os roncos e as apnéias/dispnéias podem causar sérios problemas para as pessoas. As apnéias, inclusive, podem ser responsáveis por riscos à vida. Leiam e mandem comentários.
Abraços,
Gerson I. Köhler
kohler1@uol.com.br

Controlar o ronco e evitar apnéias pode ser mais simples do que você imagina 15/07/2009

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images54Um grupo de pesquisadores do Laboratório do Sono, da Divisão Pulmonar do Instituto do Coração (INCOR) da USP elaborou uma série de exercícios  que diminuem consideravelmente a ocorrência do ronco nos pacientes. O objetivo é fortalecer e tonificar a musculatura do rosto, da boca e do pescoço, o que mantém o caminho livre para a respiração durante o sono.
O que acontece é que quando esses tecidos estão flácidos, a tendência é que relaxem e caiam, fechando a orofaringe. Como estão sem tônus, ficam moles e vibram com a passagem do ar. Nesses casos ocorre o ronco, mas o bloqueio da garganta pode ser total, ocasionando as apnéias, ou paradas, por cerca de 10 segundos, da respiração.
Os resultados obtidos pelos especialistas do Incor são extremamente promissores, pois as pessoas que se submeteram aos exercícios tiveram sensível melhora do quadro. Em alguns casos, o nível de som do ronco ficou próximo da respiração normal. Isso mostra que o ataque aos distúrbios oromiofaciais (relacionados à tonicidade dos músculos da boca, como a língua e o palato mole) pode ser um caminho para tratar a síndrome da apnéia obstrutiva do sono (SAOS).
A novidade parece ser um avanço importante para a área de medicina do sono. Anteriormente, só existiam três formas possíveis de tratamento: a cirurgia de uvulofaringoplastia, o uso de aparelhos CPAP, que injeta ar sob pressão positiva durante o sono, e os aparelhos intrabucais, que mantém a mandíbula e a base da língua para frente, deixando a orofaringe aberta para a passagem do ar.
O método de tratamento, entretanto, continua a critério do médico do sono, que deverá avaliar qual a causa do problema no paciente. A SAOS pode estar relacionada também a má formações da região craniofacial, por exemplo, em casos de retrognatia – quando a posição da mandíbula está errada – e micrognatia – quando o tamanho da mandíbula é menor que o normal. São as chamadas anomalias dentofaciais, que não podem deixar de ser avaliadas nesses casos. Além disso, a idade, a genética, o sexo, a obesidade também são fatores que podem influenciar a ocorrência de apnéias e roncos.
Por isso, é importante que os pacientes passem pelo exame de polissonografia, um exame laboratorial de extrema importância na área de distúrbios do sono. Durante uma noite inteira, especialistas acompanham todos os sinais realizados pelo corpo, por meio de câmeras e sensores. Dessa maneira, é possível encontrar as causas do problema e indicar a melhor terapia. É sempre válido lembrar que cada pessoa tem suas especificidades e necessidades, logo, nem todo tratamento que funciona para um, será eficiente em outro caso. Se tiver dúvidas, procure um especialista da área.

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