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Mitos e verdades sobre a beleza do rosto infantil 03/06/2010

Posted by gersonkohler in adolescentes, beleza, crianças, ortodontia.
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Quando o assunto é a saúde de crianças, os pais nunca perdem a oportunidade de saber o que é melhor ou pior para elas. O desenvolvimento da face abrange diversos fatores que podem contribuir de forma positiva ou negativa ao processo no decorrer da vida. Logo, existem alguns pontos que quem tem filhos deve estar ciente para garantir um crescimento correto e saudável da criança.

O ortodontista e ortopedista-facial, Gerson Köhler, explica que as funções da face são responsáveis pela maneira como esta irá se desenvolver. Ou seja, se o rosto não trabalha corretamente, não cresce do jeito certo, não sendo – como se acreditava anteriormente – só a genética e a hereditariedade a determinarem isto.

As consequências sobre a estética e a funcionalidade do rosto são bem evidentes, mas a autoestima da criança também pode ser afetada. Segundo Köhler, o rosto é área corporal mais suscetível a deformações, que ocorrem lentamente, em geral, em decorrência da realização de funções faciais de maneira inadequada, como a respiração, mastigação, deglutição etc.

“Todos sabemos que crianças e adolescentes não perdem a chance de fazer piada uns com os outros. Então, o jovem com essas deformações na face – principalmente na região dentofacial, que engloba o sorriso – vira alvo de brincadeiras e apelidos de mau gosto, que podem gerar um estresse psicossocial, consequentemente, um comportamento retraído e complexado”, explica Köhler.

Por isso, o também ortodontista e ortopedista-facial Juarez Köhler diz que quanto antes forem detectados desvios no padrão de desenvolvimento, já deve haver um trabalho para corrigir e normalizar  o problema. “Muita gente acha que o ideal é tratar só na adolescência, mas isso pode ser inadequado, pois quanto antes o problema for diagnosticado e tratado melhor”, complementa.

Estudos e pesquisas dos principais centros de crescimento facial do mundo sustentam a premissa de que o diagnóstico e tomada de consciência das alterações presentes, pode e deve começar a ser efetuada já a partir dos 3 anos de idade, o que não significa, em absoluto, o uso obrigatório imediato de aparelhos corretivos.

De acordo com os especialistas da Clínica Köhler, a idade pré-escolar (dos 3 anos 6 anos) costuma ser, em princípio, a ideal para efetuar uma primeira avaliação sobre o que esteja ocorrendo de inadequado com a face da criança.

Para finalizar, Gerson Köhler ressalta que embora seja senso comum, várias pesquisas médicas já demonstraram que a crença de que a herança genética por si só define a forma final do desenvolvimento do rosto é incorreta.

“Na realidade, o projeto genético está codificado para dar certo, para a formação normal do rosto, mas os fatores ambientais e comportamentais podem, sim, prejudicar esse processo. Essa relação negativa genética-ambiente resulta em vários tipos de disfunções e anomalias, sendo as mais comuns as dentofaciais, relacionadas a qualidade da arcada dentária, a posição dos dentes”, conclui.

Pais precisam ficar atentos a monitoração do crescimento da face de seus filhos 02/06/2010

Posted by gersonkohler in adolescentes, Complexo facial, crianças, ortodontia.
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Desde quando o filho é pequeno, os pais devem ficar atentos ao rosto da criança e o seu crescimento, para que não haja deformações, principalmente na região dentofacial, que engloba o sorriso. Muitos esperam até a adolescência do filho para tratar das questões de crescimento alterado que estejam deformando o rosto. Porém, não é o mais recomendado, pois a criança poderá ter sua auto-estima e auto-imagem seriamente prejudicadas até lá.

Partilhar deste ponto de vista pode se caracterizar como uma incoerência, e mesmo uma espécie agressão velada à beleza e à saúde psico-emocional da criança. Deixar de procurar pelos recursos terapêuticos modernamente disponíveis, quando anomalias dentofaciais sejam detectadas, pode caracterizar uma atitude de falta de cuidados e atenção para com o que ocorre de inadequado com a forma, o aspecto e a saúde da face infantil.

De acordo com o ortodontista, ortopedista-facial e professor convidado da Universidade Federal do Paraná, na área de pós-graduação Gerson Köhler, esta é uma constatação que não é nova. “Ela é conhecida desde a metade do século passado (XX) e resultou de estudos e pesquisas de um pediatra americano de nome Meredith”, diz.

Köhler explica que – segundo oos estudos de Dr. Meredith – aos quatro anos 60% do crescimento facial já está completo. Aos sete anos, 70% e aos 12 anos 90% do total do crescimento craniofacial já se completou. ”A medida em que não haja uma intervenção terapêutica tempestiva e oportuna dos desvios em curso, há uma progressiva perda de potencial terapêutico”, complementa.

Ou seja, quanto mais tarde uma criança portadora de anomalias dentofaciais for diagnostica e monitorada, menores se tornam as possibilidades de devolver o potencial de crescimento e desenvolvimento do rosto infantil ao caminho da normalidade física e naturalidade necessárias para que o mesmo possa se expressar em seus níveis mais elevados de funções, harmonia e beleza.

“O tratamento normalmente se inicia através de um monitoramento periódico e precisa de cuidados especiais tanto com relação às estruturas faciais quanto à sua funcionalidade (respiração, deglutição, fonação, mastigação, etc.)”, afirma Köhler.

Dados recentes – quanto à área da plasticidade facial – do setor biomédico da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, informam de forma surpreendente que 92% dos jovens entrevistados gostariam de realizar alguma mudança em relação à forma corporal. Já a face, nesse contexto, assume uma significação especial, com predominância sobre os “defeitos” do restante do corpo.

A mesma pesquisa ainda revela que 72% dos adolescentes em geral evitam participar de atividades corriqueiras tais como ir à escola, a uma festa, à academia, ao clube ou mesmo dar uma opinião em seu grupo de amigos, pelo fato de não estarem se sentindo bem com a própria aparência.

“Isto revela, de forma dramática, que os jovens podem ter sua auto-estima e auto-imagem alteradas, com sérios envolvimentos para com o término de seu processo de desenvolvimento juvenil (que precede à idade adulta) e também para com a desenvoltura de sua vida escolar e social”, diz Köhler.

O ortodontista e ortopedista-facial alerta os pais para que, através dessa pesquisa, percebam que essa questão é muito mais séria do que se possa imaginar e não é mera estética como também qualidade de vida. “A nossa face é o nosso cartão de apresentação para o mundo, e problemas nela, podem vir a interferir, danosa e às vezes irreversivelmene sobre os níveis de auto-estima e auto-imagem que crianças e adolescentes possam ter de si próprios. Quando estas variáveis estão elevadas e positivas a própria vivência se torna mais prazerosa e propensa ao sucesso frente à existência”, afirma.

Cuidar bem destas questões, já na infância, é uma importante e séria responsabilidade dos pais com relação a seus pequenos, pois, desta atitude de alerta pode depender a felicidade, o bem-estar e a qualidade de vida de seus filhos.

Mitos e verdades sobre a beleza do rosto infantil 24/07/2009

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gersonQuando o assunto é a saúde de crianças, os pais nunca perdem a oportunidade de saber o que é melhor ou pior para elas. O desenvolvimento da face abrange diversos fatores que podem contribuir de forma positiva ou negativa ao processo no decorrer da vida. Logo, existem alguns pontos que quem tem filhos deve estar ciente para garantir um crescimento correto e saudável da criança.
O ortodontista e ortopedista-facial, Dr. Gerson Köhler, que também é professor convidado da Universidade Federal do Paraná, explica que as funções da face são responsáveis pela maneira como esta irá se desenvolver. Em outras palavras, se o rosto não trabalha corretamente, não cresce do jeito certo.
As consequências sobre a estética e a funcionalidade do rosto são bem evidentes, mas a autoestima da criança também pode ser afetada. A seguir, veja alguns esclarecimentos do Dr. Köhler.
Como problemas de formação facial podem prejudicar a autoestima da criança?
O rosto é área corporal mais suscetível a deformações, que ocorrem lentamente, em geral, em decorrência da realização de funções faciais de maneira inadequada, como a respiração, mastigação, deglutição etc. Todos sabemos que crianças e adolescentes não perdem a chance de fazer piada uns com os outros. Logo, o jovem com essas deformações na face vira alvo de brincadeiras e apelidos de mau gosto, que podem gerar um estresse psicossocial, consequentemente, um comportamento retraído e complexado.
Então, não é só a herança genética que define a forma que o rosto se desenvolve?
Embora este seja o senso comum, várias pesquisas médicas já demonstraram que a crença é inválida. Na realidade, o projeto genético está codificado para dar certo, para a formação normal do rosto, mas os fatores ambientais e comportamentais podem, sim, prejudicar esse processo. Essa relação negativa genética-ambiente resulta em vários tipos de disfunções e anomalias, sendo as mais comuns as dentofaciais, relacionadas a qualidade da arcada dentária, a posição dos dentes.
Quais comportamentos podem ser nocivos ao crescimento da face?
Os mais conhecidos são aqueles ligados aos atos de sucção e mastigação. Usar a chupeta ou a mamadeira por tempo demais, chupar o dedo, morder constantemente objetos, as bochechas e lábios, roer as unhas, o apertamento dos dentes durante o sono, com ou sem rangido. A postura corporal também pode ter influência, principalmente a posição inadequada da cabeça e do pescoço. Da mesma forma, a jeito de deitar na hora de dormir pode ser outro um problema.
Existem ainda os chamados distúrbios miofuncionais, que costumam estar ligados à respiração pela boca. Este procedimento altera a posição da base da língua e da mandíbula. Com isso, a musculatura da face muda sua forma de trabalhar, e como tem ação de tração sobre os ossos, o rosto começa a ser moldado da maneira errada. Este quadro, muitas vezes, está ligado às alergias nasais.
Como essas alergias estão associadas a anomalias dentofaciais?
O padrão e a qualidade corretos da respiração são a chaves do desenvolvimento normal do rosto humano. Toda questão alérgica que possa interferir no mecanismo respiratório e estimule a chamada respiração de suplência, feita pela boca, desequilibra a atuação dos músculos faciais, que desviarão o desenvolvimento ósseo maxilar a mandibular do padrão correto. Consequentemente, os dentes nascerão em posições desorganizadas.
Nesses casos, o tratamento se dará em contexto interdisciplinar, desde que diagnosticado precocemente. A terapia pode envolver médicos otorrinolaringologistas, alergologistas, pediatras, fonoaudiólogos e odontopediatras, além do ortodontista e ortopedista facial.
A partir de que idade os pais devem começar a cuidar das questões dentofaciais?
Muita gente diz que o ideal é tratar só depois dos 16 anos, mas isso é um erro. Quanto antes forem detectados desvios no padrão de desenvolvimento, já deve haver um trabalho para corrigir o problema. Estudos e pesquisas dos principais centros de crescimento facial do mundo sustentam a premissa de que a terapia, quando necessária, pode e deve começar a ser efetuada já a partir dos 3 anos de idade, o que não significa, em absoluto, o uso obrigatório imediato de aparelhos corretivos. A idade pré-escolar (dos 3 anos 6 anos) costuma ser, em princípio, a ideal para efetuar uma primeira avaliação sobre o que esteja ocorrendo de inadequado com a face da criança.

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