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Aparelhos ortopédicos corrigem problemas na mandíbula 28/07/2010

Posted by gersonkohler in ortodontia.
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O crescimento inadequado dos ossos faciais das crianças pode ser tratado com o uso de aparelhos ortopédicos intra ou extrabucais. De acordo com Gerson I. Köhler, ortodontista e ortopedista-facial da Clínica Köhler Ortofacial, crianças com falta ou excesso de queixo pode ter problemas de mastigação, respiração incorreta, dentição torta e até mesmo baixa estima. “O tratamento com aparelho visa estimular centros de crescimento para deixar os ossos da face mais harmônicos. Uma criança com falta de queixo, por exemplo, deve usar um modelo específico que empurra a mandíbula para frente sempre que ela fecha a boca ou engole a saliva. Essa pressão constante faz com que a mandíbula cresça”, explica.

Quanto mais cedo, melhor 25/07/2010

Posted by gersonkohler in crianças.
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Quem pensa que para corrigir problemas dentários tem que esperar o nascimento dos dentes permanentes, está enganado. Quanto antes procurar um especialista menor será o sofrimento e melhor serão os resultados. Juarez Köhler, especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial da Clínica Köhler Ortofacial, recomenda que os pais procurem um ortopedista facial sempre que observarem alterações ósseas, dentárias ou de simetria da face nas crianças. “Uma criança com o queixo muito pronunciado, por exemplo, deve colocar um aparelho ortopédico por volta dos quatro anos de idade. Quem tem o queixo pequeno demais (falta de mandíbula), deve aguardar até pelo menos oito anos”, esclarece Juarez.

19 de setembro – O parabéns também vai para os ortopedistas faciais 18/09/2009

Posted by gersonkohler in Data especial.
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erhaAmanhã, 19 de setembro, celebra-se aqueles profissionais de saúde que cuidam das questões relacionadas aos ossos, músculos e ligamentos, os ortopedistas. Mas, por mais que o nosso primeiro pensamento sobre o assunto nos remeta aos braços, pernas e coluna, a formação e a funcionalidade do rosto também estão amparadas, sob responsabilidade dos ortopedistas faciais.
A Ortopedia Facial é um dos ramos da Odontologia, cujo foco de atuação é a relação entre os maxilares e a musculatura mastigatória. O especialista trabalha na prevenção e correção de deformidades que podem aparecer no desenvolvimento da face, devido a vários fatores. “Diferente da Ortodontia, nessa área não se avalia especificamente a posição dos dentes apenas. É a estrutura que os guarda que nos interessa, cujas deformidades interferem na harmonia e na funcionalidade da face da pessoa”, explica o ortodontista e ortopedista facial, Gerson Köhler.
Para evitar que crescimento facial seja desordenado, o acompanhamento especializado começa cedo, durante a fase infantil. Isso exige postura atenta por parte dos pais, para que não ignorem sinais como a má oclusão dentária. “Existem pesquisas que mostram que 60% da formação da face está completa aos quatro anos de idade, 70% aos sete e 90% aos 12. Após esse período, fica mais difícil obter bons resultados”, diz Gerson.
São vários fatores que podem gerar os desvios de desenvolvimento da face infantil, como usar a chupeta ou a mamadeira por tempo demais, chupar o dedo, respirar pela boca. Depois de adulto, manias como roer as unhas, apertar os dentes durante o sono, morder os lábios e as bochechas, entre outros, extrapolam a função das estruturas de mastigação, levando a outros problemas.
A repercussão disso tudo não é pouca coisa. Nos jovens, o mais óbvio é o encaixe errado dos maxilares, de todos os tipos, fora deformações que deixam o rosto desarmonioso. “Nos mais velhos é comum ouvir queixas de dores de cabeça, as famosas cefaleias, zumbido no ouvido, dores, travamento e limitação da abertura da boca, entre vários outros sintomas”, enumera o ortopedista.
Bem consigo mesmo
Cuidar desses detalhes, além do benefício de saúde, também é importantes para a autoestima e autoconfiança da pessoa, devido ao fator estético. Segundo o ortopedistafacial, é comum ver seus pacientes se dizerem mais animados e felizes por verem o rosto mais bonito, rejuvenescido, com os traços organizados e harmoniosos.
Mesmo entre as crianças, a aparência tem força entre as relações pessoais. Nos Estados Unidos, a Universidade de Minnesota concluiu, em algumas pesquisas, que os jovens que não se enquadram nos padrões estéticos são os principais alvos de brincadeiras e piadas de mau gosto. Além disso, as crianças “bonitas” têm seus erros e falhas considerados mais aceitáveis, menos importantes.
Por essas razões, os problemas ortopédicos da face precisam ser levados mais a sério pela população. “Os efeitos psicossociais e mesmo de saúde podem ser severos. Toda alteração deve ser investigada precocemente, já a partir da idade pré-escolar, sendo a melhor maneira de garantir bem-estar e qualidade de vida às crianças”, afirma Köhler, que é professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Ortodontia e Ortopedia Facial da Universidade Federal do Paraná, desde 1988.

As mulheres grávidas podem desenvolver mais problemas nas ATMs? 27/08/2009

Posted by gersonkohler in Mulher.
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adrPesquisas médicas no campo da dor e desconfortabilidade de articulações indicam que a mulher tende a enfrentar, muito mais do que os homens, inúmeras condições dolorosas.
Além de desconfortos em pescoço e ombros, cefaléias tensionais, enxaquecas pós-puberdade, elas são mais suscetíveis aos distúrbios de ATMs (articulações temporomandibulares, próximas aos ouvidos). A prevalência de dor/desconfortos em ATMs no sexo feminino é da ordem de 1,5 par 1 com relação aos homens.
Principalmente quando está presente a condição – muito freqüente nas mulheres – de hipermobilidade articular sistêmica, que se acentua durante a gravidez, com probalidade de aumento de condições dolorosas e desconfortantes articulares.
As articulações corporais estão suscetíveis – no período gestacional – a sofrerem com traumas pontuais e problemas sistêmicos. As pessoas que apresentam a hipermobilidade articular têm os ligamentos frouxos, ou seja, com capacidade de movimentar os pontos articulados além do que seria natural, logo, estão predispostas a sofrerem lesões ou luxações.
As articulações temporomandibulares (ATM) fazem parte deste jogo, inclusive, são as mais requisitas, movimentadas e complexas de todo o corpo. Elas são as únicas com capacidade de mover-se em todos sentidos na vertical e na horizontal. Como a sua mobilidade já é naturalmente surpreendente, podemos ter ideia do que pode acontecer com quem tem as articulações ainda mais flexíveis.
Durante a gravidez, o organismo da mulher sofre a descarga de inúmeros hormônios que adaptarão o corpo ao período de gestação. Uma dessas substâncias é a relaxina, cuja função – junto com a progesterona e o estrógeno – é aumentar a circulação sanguínea e promover o relaxamento generalizado das articulações. Isso é necessário para os ossos cedam e o bebê “caiba” confortavelmente na barriga da mãe.
Só que o efeito da relaxina também se reflete nas ATMs e, caso a mulher apresente hipermobilidade articular sistêmica, a chance de deslocamentos da mandíbula pode  aumentar consideravelmente, principalmente a partir do sétimo ou oitavo mês. Durante o parto normal é importante ter – também – cuidados com a paciente, pois o  esforço para dar a luz ao neném pode disfuncionar as ATMs, normalmente pelos apertamentos dos dentes presentes.
Dessa forma, é importante um acompanhamento da gestante no decorrer desse período tão complexo, por parte de um especialista em  Disfunções das ATMs e Reumatologia. Tudo para que se garanta uma gravidez muito especial e sem grandes problemas ou desconfortos.

Minha mandíbula estala quando abro a boca. O que há de errado? 13/08/2009

Posted by gersonkohler in Uncategorized.
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atmA ocorrência desse estalo pode ser o primeiro sinal de que você sofra de uma DTM, ou desordem (ou ainda disfuncionalidade) temporomandibular. Isso quer dizer que estas importantes articulações craniofaciais – as ATMs – que conectam a mandíbula ao crânio, ao lado dos ouvidos, na região das têmporas,  não estão funcionando corretamente e já devem apresentar alguma anormalidade em suas funções e – muitas vezes – até em sua forma.

As DTMs não aparecem de um dia para o outro. Em geral, são necessários anos de persistência de anomalias dentofaciais, muitas vezes conjugadas com hábitos prejudiciais (principalmente força excessiva em apertamentos dos dentes) até que a desordem se instale e deforme definitivamente as estruturas da articulação. Os estalos e desconfortos são os sinais e  sintomas dessa situação. Nesses casos pode ocorrer de a pessoa ficar com a mandíbula travada (não consegue fechar ou abrir), com abertura da boca limitada, com músculos mastigatórios fatigados, desvios significativos para os lados (gerando até assimetrias no rosto)  e também dores – não só locais, mas também expressas por cefaléias, principalmente na região das têmporas – situações que remetem à suspeita de desordem ou disfuncionalidade articular e neuromuscular.

As ATMs são o par de  articulações mais complexas e  mais exigidas no corpo, trabalhando quase que ininterruptamente, realizando tarefas nos momentos de mastigar, falar e de engolir (deglutimos em média duas vezes por minuto, sem perceber), etc. Para atender a esta intensa demanda, a mandíbula (através das ATMs) consegue realizar movimentos em várias direções: verticalmente, para frente e para trás e para os lados. Isto tudo só é possível pela característica multitarefas deste complexo par de articulações, que encaixam a mandíbula ao crânio. Convém lembrar que a mandíbula está numa “condição de soltura”, de tal forma que, se não fossem os músculos mastigatórios, ficaríamos com a boca aberta de forma continuada.

O que acontece nos casos de DTM é que com a função alterada – normalmente ligada à presença de anomalias dentofaciais (que incluem problemas de posicionamento inadequado entre os dentes) – o movimento de abrir e fechar a boca ocorre de maneira errada e vai, além de poder desgastar ossos e cartilagens, gerar desconfortos da musculatura de cabeça, face e pescoço, entre outras. Após vários anos de ocorrência dessa situação, sem tratamento adequado,  pode acontecer de os discos articulares (uma espécie de “menisco”) não voltarem mais para os seus encaixes corretos. É preciso lembrar que estas questões disfuncionais articulares devem ser tratadas com a precocidade necessária, para evitar, inclusive, necessidade de futuros procedimentos cirúrgicos no local.

Esse tipo de anomalia também pode gerar sintomas como dores de cabeça e zumbido no ouvido. Vale prestar atenção sobre a presença de hábitos nocivos, que são o primeiro passo para gerar uma DTM, tais como o costume de ranger ou apertar os dentes, roer unhas, morder os lábios, mordiscar objetos, mascar chiclete em excesso ou ter uma postura corporal inadequada. Existem ainda predisposições corporais, de conotações reumatológicas e ortopédicas, que podem estar presentes no quadro clínico sintomático.

Se você for portador de alguns desses sinais e sintomas procure – com urgência -  por um especialista (normalmente ortodontistas e ortopedistas faciais também tem a capacitação necessária para o diagnóstico) para tratar o problema antes que outros sintomas, alguns inclusive relacionados aos ouvidos, como pseudo-otalgia, zumbido e sensação de tamponamento, comecem a ocorrer.

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