Tratamento para reorganização facial 20/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: distúrbios, face, fonoaudiologia, ortodontia
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A formação da parte estética da face humana é derivada de quais comportamentos e hábitos são adotados durante, principalmente, sua infância. Alguns maus costumes podem gerar anomalias faciais e prejudicar posteriormente, tanto na formação final da face, quanto psicologicamente.
Para o conhecimento geral, os músculos da face humana são retratos de uma gama de emoções gravados durante anos. Alguns distúrbios que envolvem o rosto (boca, nariz, lábios e toda a musculatura craniofacial) são enfermidades, que podem ser tratadas, e devem ser geridas de um profissional da área.
Existem tratamentos que podem auxiliar na recomposição original da face. Esses tipo de distúrbios, normalmente presentes na maioria das pessoas portadoras de anomalias dentofaciais (problemas ortodônticos) tem um tratamento específico, a Mioterapia Orofacial.
Como exemplos desses distúrbios, citemos a postura e a movimentação inadequada da língua na cavidade bucal, os lábios flácidos, a condição de manter a boca aberta (principalmente durante o sono), bruxismo, entre outros. Todas essas ações podem ser totalmente prejudiciais à formação do rosto, podendo gerar as conhecidas animálias crânio/dentofaciais.
Um denominador comum em pacientes (principalmente crianças e adolescentes) portadores de distúrbios funcionais orofaciais é a mudança da forma das arcadas dentárias e, por conseqüência, de toda uma cadeia de efeitos nocivos, desarmônicos e às vezes desconfortantes sobre o rosto.
Os propósitos terapêuticos da Mioterapia Orofacial são específicos e voltados a normalizar e corrigir (sem o uso de aparelhos) todos os distúrbios já citados, além de procurar criar uma nova gama de hábitos. Dessa forma, o paciente acaba reconstituindo a formação original da face, também aproveitando para reeducar-se para que não sejam criados outros problemas.
Controlar o ronco e evitar apnéias pode ser mais simples do que você imagina 15/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: apnéia, boca, distúrbios, ronco, rosto, sono
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Um grupo de pesquisadores do Laboratório do Sono, da Divisão Pulmonar do Instituto do Coração (INCOR) da USP elaborou uma série de exercícios que diminuem consideravelmente a ocorrência do ronco nos pacientes. O objetivo é fortalecer e tonificar a musculatura do rosto, da boca e do pescoço, o que mantém o caminho livre para a respiração durante o sono.
O que acontece é que quando esses tecidos estão flácidos, a tendência é que relaxem e caiam, fechando a orofaringe. Como estão sem tônus, ficam moles e vibram com a passagem do ar. Nesses casos ocorre o ronco, mas o bloqueio da garganta pode ser total, ocasionando as apnéias, ou paradas, por cerca de 10 segundos, da respiração.
Os resultados obtidos pelos especialistas do Incor são extremamente promissores, pois as pessoas que se submeteram aos exercícios tiveram sensível melhora do quadro. Em alguns casos, o nível de som do ronco ficou próximo da respiração normal. Isso mostra que o ataque aos distúrbios oromiofaciais (relacionados à tonicidade dos músculos da boca, como a língua e o palato mole) pode ser um caminho para tratar a síndrome da apnéia obstrutiva do sono (SAOS).
A novidade parece ser um avanço importante para a área de medicina do sono. Anteriormente, só existiam três formas possíveis de tratamento: a cirurgia de uvulofaringoplastia, o uso de aparelhos CPAP, que injeta ar sob pressão positiva durante o sono, e os aparelhos intrabucais, que mantém a mandíbula e a base da língua para frente, deixando a orofaringe aberta para a passagem do ar.
O método de tratamento, entretanto, continua a critério do médico do sono, que deverá avaliar qual a causa do problema no paciente. A SAOS pode estar relacionada também a má formações da região craniofacial, por exemplo, em casos de retrognatia – quando a posição da mandíbula está errada – e micrognatia – quando o tamanho da mandíbula é menor que o normal. São as chamadas anomalias dentofaciais, que não podem deixar de ser avaliadas nesses casos. Além disso, a idade, a genética, o sexo, a obesidade também são fatores que podem influenciar a ocorrência de apnéias e roncos.
Por isso, é importante que os pacientes passem pelo exame de polissonografia, um exame laboratorial de extrema importância na área de distúrbios do sono. Durante uma noite inteira, especialistas acompanham todos os sinais realizados pelo corpo, por meio de câmeras e sensores. Dessa maneira, é possível encontrar as causas do problema e indicar a melhor terapia. É sempre válido lembrar que cada pessoa tem suas especificidades e necessidades, logo, nem todo tratamento que funciona para um, será eficiente em outro caso. Se tiver dúvidas, procure um especialista da área.

