Funções faciais 04/09/2009
Posted by gersonkohler in Complexo facial, ortodontia.Tags: beleza, dentofacial, face, musculatura da face, Ortopedia Facial, rosto, saúde
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Olá meus caros amigos,
Trago a vocês mais um vídeo.
Este é sobre as funções faciais e como podem causar as deformações que tanto comentamos por aqui.
Não se assustem com o cumprimento inicial, este vídeo é antigo mesmo.
Aproveitem e comentem!
Um abraço,
Gerson
ORTODONTIA E A GERAÇÃO DOS “SEM IDADE”. 21/08/2009
Posted by gersonkohler in beleza, Rejuvenescimento facial.Tags: auto-estima, auto-imagem, beleza, dentofacial, harmonia, ortodontia, Ortopedia Facial, rosto
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São quse 30 anos atuando na área de Ortodontia e Ortopedia Facial e mais de 20 como docente convidado na Universidade Federal do Paraná. Durante todo esse tempo – sempre dedicado às questões dentofaciais – pude acompanhar o incrível avanço tecnológico, as novas possibilidades de terapias e as mudanças de público que minhas especialidades estão vivenciando.
Um dos pontos que mais se sobressai nesta gama de inovações são os tratamentos ortodônticos cujo foco principal é – além de normalizar as alterações posicionais dos dentes em suas arcadas – proporcionar condições de aparentar uma saudável e benéfica sensação de rejuvenescimento facial. O eterno sonho de recuperar a jovialidade após vários anos de vida já não é algo próprio apenas de uma fantasia ou desejo utópico e sem fundamento. Todos aqueles que desejam harmonizar e rejuvenescer os traços da face não precisam mais esperar para fazer isto acontecer e nem tampouco a tradicional cirurgia é o único caminho para isto.
Recentemente, a revista Veja tratou deste tema em um encarte especial sobre a “Geração dos sem idade”, pessoas com 50, 60 anos que tentam re-estabelecer a juventude por meio de métodos estéticos. A Ortodontia entra nesse “merito” com sua gama de terapias normalizadoras da região dentofacial – boca, dentes e função muscular -, que não têm caráter cirúrgico, são menos invasivas e praticamente indolores.
A chamada “geração dos sem idade” – que não pode contar com os benefícios dos métodos de correção da região dentofacial quando mais jovem – conta agora com uma nova e favorável realidade para fazer isto acontecer. É importante notar que não estamos falando somente do tratamento ortodôntico em si, que faz parte rotineira das crianças, adolescentes e jovens destes novos tempos. O ponto, aqui, é a potencialidade que o moderno tratamento chamado de “normalizador da região dentofacial” traz para os adultos já maduros, de também propiciar condições compatíveis com apreciável sensação de rejuvenescimento do rosto como um todo.
Há que se considerar que um rosto harmonioso e bonito não se faz apenas por meio de procedimentos cirúrgicos estéticos ou cosméticos de pele. É preciso não esquecer algo que é fundamental para o equilibro do rosto como um todo, a região dentofacial – a boca, os lábios, os dentes e todo seu demais conteúdo - que representa mais de um terço da face. Esta região do rosto – chamada de dentofacial – é responsável por inúmeras e essenciais funções ligadas à beleza, harmonia e estética que envolvem o sorriso e resultam em potencialização da expressividade e aspecto mais jovial.
Os atuais aparelhos ortodônticos estão disponíveis para suprir essa demanda de pacientes adultos, desde os tradicionais (cujo uso, por si só, já proporciona uma aparência mais jovial) até os moderníssimos, transparentes e praticamente invisíveis. E, muito importante ressaltar, todos com atuação de forma não dolorosa ou desconfortante.
Os atuais “sem idade” não devem hesitar se realmente quiserem entrar para o grupo e curtirem as delícias de uma expressão saudável e harmoniosa. Não há motivo para deixar de lado a chance de seguir pelos próximos anos de vida, gozando de uma face jovial, saudável e remoçada. Basta procurar um especialista em Ortodontia voltado ao tratamento em adultos. O rosto é nosso cartão de apresentação ao mundo e cuidar dele tem reflexos positivos para a saúde, a auto-estima, a auto-imagem, o bem-estar e a qualidade de vida.
Minha mandíbula estala quando abro a boca. O que há de errado? 13/08/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: ATM, boca, dentofacial, DTM, face, mandíbula
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A ocorrência desse estalo pode ser o primeiro sinal de que você sofra de uma DTM, ou desordem (ou ainda disfuncionalidade) temporomandibular. Isso quer dizer que estas importantes articulações craniofaciais – as ATMs – que conectam a mandíbula ao crânio, ao lado dos ouvidos, na região das têmporas, não estão funcionando corretamente e já devem apresentar alguma anormalidade em suas funções e – muitas vezes – até em sua forma.
As DTMs não aparecem de um dia para o outro. Em geral, são necessários anos de persistência de anomalias dentofaciais, muitas vezes conjugadas com hábitos prejudiciais (principalmente força excessiva em apertamentos dos dentes) até que a desordem se instale e deforme definitivamente as estruturas da articulação. Os estalos e desconfortos são os sinais e sintomas dessa situação. Nesses casos pode ocorrer de a pessoa ficar com a mandíbula travada (não consegue fechar ou abrir), com abertura da boca limitada, com músculos mastigatórios fatigados, desvios significativos para os lados (gerando até assimetrias no rosto) e também dores – não só locais, mas também expressas por cefaléias, principalmente na região das têmporas – situações que remetem à suspeita de desordem ou disfuncionalidade articular e neuromuscular.
As ATMs são o par de articulações mais complexas e mais exigidas no corpo, trabalhando quase que ininterruptamente, realizando tarefas nos momentos de mastigar, falar e de engolir (deglutimos em média duas vezes por minuto, sem perceber), etc. Para atender a esta intensa demanda, a mandíbula (através das ATMs) consegue realizar movimentos em várias direções: verticalmente, para frente e para trás e para os lados. Isto tudo só é possível pela característica multitarefas deste complexo par de articulações, que encaixam a mandíbula ao crânio. Convém lembrar que a mandíbula está numa “condição de soltura”, de tal forma que, se não fossem os músculos mastigatórios, ficaríamos com a boca aberta de forma continuada.
O que acontece nos casos de DTM é que com a função alterada – normalmente ligada à presença de anomalias dentofaciais (que incluem problemas de posicionamento inadequado entre os dentes) – o movimento de abrir e fechar a boca ocorre de maneira errada e vai, além de poder desgastar ossos e cartilagens, gerar desconfortos da musculatura de cabeça, face e pescoço, entre outras. Após vários anos de ocorrência dessa situação, sem tratamento adequado, pode acontecer de os discos articulares (uma espécie de “menisco”) não voltarem mais para os seus encaixes corretos. É preciso lembrar que estas questões disfuncionais articulares devem ser tratadas com a precocidade necessária, para evitar, inclusive, necessidade de futuros procedimentos cirúrgicos no local.
Esse tipo de anomalia também pode gerar sintomas como dores de cabeça e zumbido no ouvido. Vale prestar atenção sobre a presença de hábitos nocivos, que são o primeiro passo para gerar uma DTM, tais como o costume de ranger ou apertar os dentes, roer unhas, morder os lábios, mordiscar objetos, mascar chiclete em excesso ou ter uma postura corporal inadequada. Existem ainda predisposições corporais, de conotações reumatológicas e ortopédicas, que podem estar presentes no quadro clínico sintomático.
Se você for portador de alguns desses sinais e sintomas procure – com urgência - por um especialista (normalmente ortodontistas e ortopedistas faciais também tem a capacitação necessária para o diagnóstico) para tratar o problema antes que outros sintomas, alguns inclusive relacionados aos ouvidos, como pseudo-otalgia, zumbido e sensação de tamponamento, comecem a ocorrer.
Mitos e verdades sobre a beleza do rosto infantil 24/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: crianças, dentofacial, face, ortodontia, pais, rosto
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Quando o assunto é a saúde de crianças, os pais nunca perdem a oportunidade de saber o que é melhor ou pior para elas. O desenvolvimento da face abrange diversos fatores que podem contribuir de forma positiva ou negativa ao processo no decorrer da vida. Logo, existem alguns pontos que quem tem filhos deve estar ciente para garantir um crescimento correto e saudável da criança.
O ortodontista e ortopedista-facial, Dr. Gerson Köhler, que também é professor convidado da Universidade Federal do Paraná, explica que as funções da face são responsáveis pela maneira como esta irá se desenvolver. Em outras palavras, se o rosto não trabalha corretamente, não cresce do jeito certo.
As consequências sobre a estética e a funcionalidade do rosto são bem evidentes, mas a autoestima da criança também pode ser afetada. A seguir, veja alguns esclarecimentos do Dr. Köhler.
Como problemas de formação facial podem prejudicar a autoestima da criança?
O rosto é área corporal mais suscetível a deformações, que ocorrem lentamente, em geral, em decorrência da realização de funções faciais de maneira inadequada, como a respiração, mastigação, deglutição etc. Todos sabemos que crianças e adolescentes não perdem a chance de fazer piada uns com os outros. Logo, o jovem com essas deformações na face vira alvo de brincadeiras e apelidos de mau gosto, que podem gerar um estresse psicossocial, consequentemente, um comportamento retraído e complexado.
Então, não é só a herança genética que define a forma que o rosto se desenvolve?
Embora este seja o senso comum, várias pesquisas médicas já demonstraram que a crença é inválida. Na realidade, o projeto genético está codificado para dar certo, para a formação normal do rosto, mas os fatores ambientais e comportamentais podem, sim, prejudicar esse processo. Essa relação negativa genética-ambiente resulta em vários tipos de disfunções e anomalias, sendo as mais comuns as dentofaciais, relacionadas a qualidade da arcada dentária, a posição dos dentes.
Quais comportamentos podem ser nocivos ao crescimento da face?
Os mais conhecidos são aqueles ligados aos atos de sucção e mastigação. Usar a chupeta ou a mamadeira por tempo demais, chupar o dedo, morder constantemente objetos, as bochechas e lábios, roer as unhas, o apertamento dos dentes durante o sono, com ou sem rangido. A postura corporal também pode ter influência, principalmente a posição inadequada da cabeça e do pescoço. Da mesma forma, a jeito de deitar na hora de dormir pode ser outro um problema.
Existem ainda os chamados distúrbios miofuncionais, que costumam estar ligados à respiração pela boca. Este procedimento altera a posição da base da língua e da mandíbula. Com isso, a musculatura da face muda sua forma de trabalhar, e como tem ação de tração sobre os ossos, o rosto começa a ser moldado da maneira errada. Este quadro, muitas vezes, está ligado às alergias nasais.
Como essas alergias estão associadas a anomalias dentofaciais?
O padrão e a qualidade corretos da respiração são a chaves do desenvolvimento normal do rosto humano. Toda questão alérgica que possa interferir no mecanismo respiratório e estimule a chamada respiração de suplência, feita pela boca, desequilibra a atuação dos músculos faciais, que desviarão o desenvolvimento ósseo maxilar a mandibular do padrão correto. Consequentemente, os dentes nascerão em posições desorganizadas.
Nesses casos, o tratamento se dará em contexto interdisciplinar, desde que diagnosticado precocemente. A terapia pode envolver médicos otorrinolaringologistas, alergologistas, pediatras, fonoaudiólogos e odontopediatras, além do ortodontista e ortopedista facial.
A partir de que idade os pais devem começar a cuidar das questões dentofaciais?
Muita gente diz que o ideal é tratar só depois dos 16 anos, mas isso é um erro. Quanto antes forem detectados desvios no padrão de desenvolvimento, já deve haver um trabalho para corrigir o problema. Estudos e pesquisas dos principais centros de crescimento facial do mundo sustentam a premissa de que a terapia, quando necessária, pode e deve começar a ser efetuada já a partir dos 3 anos de idade, o que não significa, em absoluto, o uso obrigatório imediato de aparelhos corretivos. A idade pré-escolar (dos 3 anos 6 anos) costuma ser, em princípio, a ideal para efetuar uma primeira avaliação sobre o que esteja ocorrendo de inadequado com a face da criança.
O drama do TDC 21/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: beleza, dentofacial, dismorfia, face, ortodontia, TDC
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Atualmente, a beleza, tão valorizada em nosso meio social, acaba que, até inconscientemente, ganhando relevância entre outros tipos de peculiaridade. Com tanta cobrança existente em cima disso, a busca por rostos e corpos perfeitos é extrema e pode acabar gerando certos transtornos psicológicos relacionados ao corpo.
O Transtorno da Dismorfia Corporal (TDC) é um exemplo. Nestes casos, a pessoa cria em sua cabeça que não é bonita e procura métodos cirúrgicos para solucionar este distúrbio. A pessoa se acha feia, real ou imaginariamente, e cria expectativas exageradas de tratamento. O que ocorre, principalmente, com cirurgia plástica. Isso pelo fato desse transtorno não estar apenas ligado à beleza, em si, mas sim à visão imaginária que o paciente tem de si mesmo.
Geralmente, o início desse transtorno se dá na infância, onde a criança pode ser vítima de maiores deformações ortodônticas ou dentofaciais. Se não tratado corretamente, esses problemas de deformação podem acabar piorando com o tempo e tornar a pessoa vítima desse transtorno. Principalmente a criança, quando deformada, pode acabar vítima de brincadeiras, talvez inocentes, dos colegas de escola ou de seu convívio social e, assim, acabar criando um certo pavor da sua formação corporal.
Nestes casos, o correto é a procura de um especialista em ortodontia que possa recuperar as deformações da face geradas na infância e, também, o acompanhamento médico de um psicólogo. Pois, mesmo com a correção da face, o problema também é da cabeça do paciente.
Dicas simples para viver mais e melhor 29/06/2009
Posted by gersonkohler in Dicas.Tags: boca, bucal, cárie, dentes, dentofacial, Dicas, endocardite bacteriana, escova de dente, fio dental, gengivite, higiene bucal, musculatura mastigatória, saúde, saudável, vida, viver
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A busca por uma vida mais saudável é constante. Pequenas atitudes podem fazer a diferença no organismo de cada um. No quesito saúde bucal. Para manter a saúde dentofacial – a velha e tradicional escova de dente (hoje em dia em modelos que permitem maior eficácia na higiene bucal) deve ser usada rotineiramente, devendo-se trocá-la periodicamente, para que não acumule microorganismos nocivos. O uso do fio dental é indispensável para complementar a higiene bucal e os chicletes devem ser evitados como hábito rotineiro. As pessoas que mastigam goma de mascar por muito tempo podem apresentar sintomas desconfortantes na musculatura mastigatória, pela exacerbação de sua utilização. É preciso lembrar que higienizar a boca e os dentes não é somente uma medida preventiva de doenças locais (como cárie e gengivite), mas também de doenças sistêmicas, isto é, que podem se apresentar em outras regiões corporais, inclusive no coração, através da chamada endocardite bacteriana.
Mas… Ser feliz é o melhor remédio. Bons hábitos ajudam a viver mais e melhor, porém nada disso vale sem a felicidade. Há estudos que dizem que as pessoas otimistas vivem até 12 anos mais.
Rejuvenescimento facial não-cirúrgico 25/06/2009
Posted by gersonkohler in beleza, Rejuvenescimento facial.Tags: aparência facial, bioplastia, cirúrgicos, cirurgias, cirurgias plásticas, dentofacial, estética, faciais, Fonoaudiologia Estética, medicina estética, mioterápica, ortodontia, Ortopedia Facial, rejuvenescimento, Rejuvenescimento facial, rosto
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Hoje, quando pensamos em métodos de rejuvenescimento a primeira que coisa que vem em mente são as cirurgias plásticas. A medicina estética, entretanto, oferece também várias opções com bons resultados e que não utilizam o bisturi como ferramenta principal.
O rosto é nosso cartão de apresentação para o mundo, por isso, as correções faciais fazem parte do desejo de muitas pessoas, e métodos como a revolumerização ou bioplastia podem realizar esse sonho sem nenhum corte. A literatura científica especializada indica que essas técnicas estéticas menos invasivas apresentam excelentes resultados na melhoria da aparência facial, e a tendência é evoluir ainda mais.
A Ortodontia a Ortopedia Facial e a Fonoaudiologia Estética (mioterápica) são especialidades que entram nesse campo da melhoria estética e funcional, de forma não cirúrgica. A região dentofacial é o foco dos profissionais dessas áreas, que proporcionam aos pacientes melhorias tanto na parte estética quanto funcional do rosto. A pessoa realmente parece mais jovem – e se sente como tal – após o tratamento, que trabalha todo o contexto visual, não pontos específicos, como nos casos das cirurgias.
Esses procedimentos, além dos ótimos resultados, são menos invasivos que os procedimentos cirúrgicos, mas devem ser prescritos para situações bem diagnosticadas, isto é, quando a cirurgia plástica ainda puder ser dispensada.
Cefaleia tensional, companheira indesejada no dia-a-dia 24/06/2009
Posted by gersonkohler in Cefaleia.Tags: adolescentes, adultos, ansiedade, boca, cabeça, Cefaleia, cefaleia tensional, craniofacial, crianças, dentes, dentofacial, depressão, dores de cabeça, estresse, musculatura, musculatura da face, ortodôntica, ortopédica, rangidos de dentes
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As dores de cabeça, infelizmente, são companheiras frequentes de hoje em dia. O ritmo de vida acelerado gera estresse, ansiedade, depressão e tensão constantes, que muitas vezes resultam no incômodo que acaba com o bem-estar, a qualidade de vida e o sossego de qualquer um.
A mais comum é, sem dúvida, a cefaleia tensional, aquela dor parecida com a sensação de aperto, pressão na cabeça, como se fosse feita por uma faixa ou capacete. Ela é dividida em duas categorias: a episódica e a crônica. Estudos epidemiológicos comprovam a presença marcante da primeira, que acomete aproximadamente 87% da população em geral. Durante toda a vida, há prevalência em cerca de 70% dos homens e quase 90% das mulheres. Normalmente, essa dor vem e passa rápido, mas em alguns casos ela pode perdurar por 15 dias, o que significa que algo muito errado está acontecendo.
Uma das causas pode ser a contração da musculatura da face devido à sobrecarga emocional. A pessoa, involuntariamente, ao invés de procurar relaxar, descarrega essa tensão sobre a região da boca por meio do apertamento dos dentes. Isto pode ocorrer tanto de dia quanto de noite (apertamentos silenciosos e não necessamente os conhecidos e ruidosos rangidos de dentes). Se ocorrem à noite podem ser detectados em sua intensidade e tempo de duração pelos exames chamados polissonográficos.
Por isso, a avaliação da disfuncionalidade ortopédica/ortodôntica craniofacial pode ser um dos caminhos para encontrar a resolução do problema.
Entre os diversos tratamentos indicados para a cefaleia – que incluem intervenções médicas, principalmente neurológicas por meio de remédios, como analgésicos -, está a normalização da região dentofacial, tanto morfológica quanto funcionalmente. Ao inibir as parafuncionalidades (funções equivocadas da musculatura), as melhorias no conforto e bem-estar do paciente serão significativas.
Crianças, adultos e adolescentes podem ser afetados pelo desconforto. Como dissemos, muitas vezes pode ser um problema momentâneo, mas, caso o quadro se estenda por um tempo fora do normal, é bom procurar um médico.
Caros amigos, conversei com a Jovem Pan São Paulo recentemente sobre o tema deste artigo. Para escutar a matéria da repórter Simone Manochio, é só clicar no link a seguir. Um abraço.

