Halitose – fale ‘de pertinho’ sem medo 18/08/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: boca, Halitose, mau hálito, mucosa bucal
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Um problema que incomoda e causa constrangimentos a todos, o mau hálito, é muito comum entre a população. Importante saber que a halitose não é uma doença, mas um sintoma, que pode ter origem em diversas situações. Mas, em geral, o odor vem da boca ou dos pulmões.
Durante a manhã, todos temos mau hálito devido à diminuição da produção de saliva. Com isso, ocorre a descamação da mucosa bucal, que estimula a proliferação de bactérias que se alimentam da pele solta e liberam gases com o cheiro ruim. Além disso, o longo período em jejum faz o organismo queimar a gordura corporal, o que também gera odores desagradáveis. Nesta situação – jejum prolongado – ocorre hipoglicemia (baixo índice de açucar no sangue) – e o organismo (que precisa de glicose para funcionar) passa a utilizar gordura própria do corpo como fonte de energia, liberando compostos sulfurosos, que entram na corrente sanguínea, saindo pela boca durante a expiração.
Ao acordar, pela manhã, geralmente a simples higiene bucal e o desjejum resolvem o problema, mas caso isso não funcione e o cheiro persista, é provável que a limpeza da boca não esteja sendo feita corretamente. O acúmulo de residuos alimentares naboca leva à formação de saburra lingual (uma camada branca sobre a língua) e placa bacteriana sobre os dentes.
Muitas pessoas, no entanto, apresentam o mau hálito cronicamente, gerando desconforto e até complexos durante o falar próximas ao interlocutor. Nesse caso a origem do sintoma pode ser mais problemática, surgindo em decorrência de possíveis doenças da orofaringe, bronco-pulmonares, hepáticas, diabetes, o fumo, falta de vitaminas A e D, cáries profundas, sinusite, rinite, doença periodontal (afeta as gengivas e os ossos de base dos dentes), entre outras.
Prevenir-se da halitose, um quadro que pode ter consequências sociais e psicológicas negativas, é realmente simples. Por isso, é fundamental reforçar a importância de uma boa higienização bucal, que precisa, além do uso de uma escova correta e de fio dental, também de uma perfeita limpeza do dorso da língua. Quem tem tendência ao mau hálito deve procurar evitar comidas gordurosas, frituras e produtos com cheiro forte, assim como bebidas alcoólicas e cigarro.
Pessoas com anomalias dentofaciais, das quais façam parte problemas de dentes apinhados (sem possibilidade de passagem de fio dental) costumam, também, ser vítimas frequentes da halitose.
Cerca de 40% dos brasileiros – segundo estatísticas recentes – sofrem com o problema de alteração de seu hálito, podendo você estar entre eles. Ocorre que quem convive com seu próprio cheiro da expiração acaba se acostumando com ele e desenvolvendo a chamada fadiga olfatória, que o torna incapaz de distinguir seu odor bucal alterado.Resolva definitivamente esta desagradável situação pessoal e social, procurando ajuda especializada.
Minha mandíbula estala quando abro a boca. O que há de errado? 13/08/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: ATM, boca, dentofacial, DTM, face, mandíbula
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A ocorrência desse estalo pode ser o primeiro sinal de que você sofra de uma DTM, ou desordem (ou ainda disfuncionalidade) temporomandibular. Isso quer dizer que estas importantes articulações craniofaciais – as ATMs – que conectam a mandíbula ao crânio, ao lado dos ouvidos, na região das têmporas, não estão funcionando corretamente e já devem apresentar alguma anormalidade em suas funções e – muitas vezes – até em sua forma.
As DTMs não aparecem de um dia para o outro. Em geral, são necessários anos de persistência de anomalias dentofaciais, muitas vezes conjugadas com hábitos prejudiciais (principalmente força excessiva em apertamentos dos dentes) até que a desordem se instale e deforme definitivamente as estruturas da articulação. Os estalos e desconfortos são os sinais e sintomas dessa situação. Nesses casos pode ocorrer de a pessoa ficar com a mandíbula travada (não consegue fechar ou abrir), com abertura da boca limitada, com músculos mastigatórios fatigados, desvios significativos para os lados (gerando até assimetrias no rosto) e também dores – não só locais, mas também expressas por cefaléias, principalmente na região das têmporas – situações que remetem à suspeita de desordem ou disfuncionalidade articular e neuromuscular.
As ATMs são o par de articulações mais complexas e mais exigidas no corpo, trabalhando quase que ininterruptamente, realizando tarefas nos momentos de mastigar, falar e de engolir (deglutimos em média duas vezes por minuto, sem perceber), etc. Para atender a esta intensa demanda, a mandíbula (através das ATMs) consegue realizar movimentos em várias direções: verticalmente, para frente e para trás e para os lados. Isto tudo só é possível pela característica multitarefas deste complexo par de articulações, que encaixam a mandíbula ao crânio. Convém lembrar que a mandíbula está numa “condição de soltura”, de tal forma que, se não fossem os músculos mastigatórios, ficaríamos com a boca aberta de forma continuada.
O que acontece nos casos de DTM é que com a função alterada – normalmente ligada à presença de anomalias dentofaciais (que incluem problemas de posicionamento inadequado entre os dentes) – o movimento de abrir e fechar a boca ocorre de maneira errada e vai, além de poder desgastar ossos e cartilagens, gerar desconfortos da musculatura de cabeça, face e pescoço, entre outras. Após vários anos de ocorrência dessa situação, sem tratamento adequado, pode acontecer de os discos articulares (uma espécie de “menisco”) não voltarem mais para os seus encaixes corretos. É preciso lembrar que estas questões disfuncionais articulares devem ser tratadas com a precocidade necessária, para evitar, inclusive, necessidade de futuros procedimentos cirúrgicos no local.
Esse tipo de anomalia também pode gerar sintomas como dores de cabeça e zumbido no ouvido. Vale prestar atenção sobre a presença de hábitos nocivos, que são o primeiro passo para gerar uma DTM, tais como o costume de ranger ou apertar os dentes, roer unhas, morder os lábios, mordiscar objetos, mascar chiclete em excesso ou ter uma postura corporal inadequada. Existem ainda predisposições corporais, de conotações reumatológicas e ortopédicas, que podem estar presentes no quadro clínico sintomático.
Se você for portador de alguns desses sinais e sintomas procure – com urgência - por um especialista (normalmente ortodontistas e ortopedistas faciais também tem a capacitação necessária para o diagnóstico) para tratar o problema antes que outros sintomas, alguns inclusive relacionados aos ouvidos, como pseudo-otalgia, zumbido e sensação de tamponamento, comecem a ocorrer.
Crianças que respiram pela boca 28/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: boca, crianças, desenvolvimento, face, respiração, rosto
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Olá, caros leitores.
Trago a vocês, hoje, um vídeo com a entrevista que concedi à Carla Lima, no programa Toda Tarde da TV Transamérica, no final de março.
Espero que gostem das informações e não se acanhem, comentem!
Um abraço,
Gerson
Controlar o ronco e evitar apnéias pode ser mais simples do que você imagina 15/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: apnéia, boca, distúrbios, ronco, rosto, sono
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Um grupo de pesquisadores do Laboratório do Sono, da Divisão Pulmonar do Instituto do Coração (INCOR) da USP elaborou uma série de exercícios que diminuem consideravelmente a ocorrência do ronco nos pacientes. O objetivo é fortalecer e tonificar a musculatura do rosto, da boca e do pescoço, o que mantém o caminho livre para a respiração durante o sono.
O que acontece é que quando esses tecidos estão flácidos, a tendência é que relaxem e caiam, fechando a orofaringe. Como estão sem tônus, ficam moles e vibram com a passagem do ar. Nesses casos ocorre o ronco, mas o bloqueio da garganta pode ser total, ocasionando as apnéias, ou paradas, por cerca de 10 segundos, da respiração.
Os resultados obtidos pelos especialistas do Incor são extremamente promissores, pois as pessoas que se submeteram aos exercícios tiveram sensível melhora do quadro. Em alguns casos, o nível de som do ronco ficou próximo da respiração normal. Isso mostra que o ataque aos distúrbios oromiofaciais (relacionados à tonicidade dos músculos da boca, como a língua e o palato mole) pode ser um caminho para tratar a síndrome da apnéia obstrutiva do sono (SAOS).
A novidade parece ser um avanço importante para a área de medicina do sono. Anteriormente, só existiam três formas possíveis de tratamento: a cirurgia de uvulofaringoplastia, o uso de aparelhos CPAP, que injeta ar sob pressão positiva durante o sono, e os aparelhos intrabucais, que mantém a mandíbula e a base da língua para frente, deixando a orofaringe aberta para a passagem do ar.
O método de tratamento, entretanto, continua a critério do médico do sono, que deverá avaliar qual a causa do problema no paciente. A SAOS pode estar relacionada também a má formações da região craniofacial, por exemplo, em casos de retrognatia – quando a posição da mandíbula está errada – e micrognatia – quando o tamanho da mandíbula é menor que o normal. São as chamadas anomalias dentofaciais, que não podem deixar de ser avaliadas nesses casos. Além disso, a idade, a genética, o sexo, a obesidade também são fatores que podem influenciar a ocorrência de apnéias e roncos.
Por isso, é importante que os pacientes passem pelo exame de polissonografia, um exame laboratorial de extrema importância na área de distúrbios do sono. Durante uma noite inteira, especialistas acompanham todos os sinais realizados pelo corpo, por meio de câmeras e sensores. Dessa maneira, é possível encontrar as causas do problema e indicar a melhor terapia. É sempre válido lembrar que cada pessoa tem suas especificidades e necessidades, logo, nem todo tratamento que funciona para um, será eficiente em outro caso. Se tiver dúvidas, procure um especialista da área.
Alergias e a formação da face 08/07/2009
Posted by gersonkohler in Uncategorized.Tags: alergia, boca, crianças, face, respiração
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Recentemente, uma pesquisa do departamento de Pediatria e Otorrinolaringologia da UNESP, foi focada em apontar as alterações faciais que as crianças sofrem devido à obstrução nasal. Principalmente por conta de doenças alérgicas da via aérea, esses problemas tornam-se visíveis com o passar do tempo.
A pesquisa relata que a respiração feita pela boca ao invés do nariz pode interferir no desenvolvimento facial da criança. As alterações no crescimento craniofacial, na fala, na alimentação e na qualidade do sono são visíveis.
O diagnóstico e o tratamento destas questões devem ser feitas precocemente. Os sinais e sintomas que uma criança costuma apresentar, principalmente em seu rosto, são diversos. Esses problemas da respiração ligada à alergia são denominados, no meio médico, como síndrome do respirador bucal.
Segundo os autores-pesquisadores da UNESP, as principais alterações faciais identificadas em uma criança que respire pela boca são o aumento do rosto em comprimento, nariz pequeno e estreito, arcada dentária (superior) estreita e projetada para frente, falta de expressividade do rosto, sono prejudicado por roncos, entre outras diversas complicações.
Recomendo que se identificada pelos pais alguma das evidências descritas deve-se urgentemente procurar por um dos especialistas da área da saúde que cuidem da face. Toda essa preocupação deve existir. Futuramente, além de problemas como os já citados, a má formação facial pode ser um tanto quanto constrangedora.
Sorriso bonito desde cedo 01/07/2009
Posted by gersonkohler in beleza.Tags: auto-estima, auto-imagem, beleza, boca, bucais, criança, estética, facial, filhos, ortodônticas, rinites, saúde, sorriso
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Quando tratamos de saúde, todo cuidado é pouco. No dia-a-dia deixamos passar despercebido alguns detalhes da saúde de nossos filhos. É onde mora o erro. O tratamento cedo permite evitar a ocorrência da presença de questões ortodônticas mais sérias, que afetam a beleza e a saúde facial como um todo. Justamente para evitar problemas futuros e a presença de complexos em função da alteração da harmonia da face e do sorriso, são disponibilizados todos os cuidados ainda em idade precoce, o que permite que a criança tenha uma melhor auto-imagem e auto-estima, sentindo-se bem em seu ambiente familiar e social.
A face humana é a região corporal mais suscetível à deformação progressiva. Isto ocorre pela ação da plasticidade dos ossos do rosto. As causas para essas reações podem ser muitas, desde rinites alérgicas até os atos de respirar pela boca e/ou ter hábitos bucais nocivos (ex. sugar os dedos), situações que lá na frente podem comprometer o bem-estar da criança.
Muito mais do que cuidar da estética, detectar pequenas mudanças durante o crescimento dos filhos é imprescindível. Com saúde não se brinca, e quanto mais cedo é detectado que há algo incomodando a criança, melhor.
Dr. Gerson I. Köhler – CRO 3921 – PR
Tratamento ortopédico facial em crianças pode melhorar a respiração? 30/06/2009
Posted by gersonkohler in crianças.Tags: arcada, arcadas, boca, cabeça, crianças, dentes, dolescentes, maxilar, músculos, mordida, narinas, nariz, nasomaxila, oclusão, ortopédica, ortopédico, ossos, palato, pescoço, respiração, rosto, via nasal
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Para entender como funciona essa relação é importante notar que o teto da boca, o palato, é também o assoalho do nariz. Logo, uma má-formação da arcada superior dos dentes pode significar, também narinas estreitadas e redução da entrada de ar pela via nasal. Por isso, a ”disjunção maxilar”, procedimento ortopédico facial, pode ser uma opção eficiente para ajudar a melhorar a respiração nasal de crianças e adolescentes.
Esse método de tratamento – a disjunção maxilar ortopédica – é utilizado em casos conhecidos como “mordida cruzada” ou “mordida inversa”. Uma boa maneira de entender esse tipo de deformação é imaginar a relação entre uma pequena caixa e sua tampa. Os dentes superiores devem abraçar suavemente os inferiores, em todos os lados, como a tampa faz com a caixa.
O encaixe errado das arcadas (oclusão) costuma ocorrer quando a região óssea da nasomaxila (nariz e arcada superior) não se desenvolve corretamente no sentido transversal. Esse quadro, que faz com que o rosto vá ficando assimétrico, normalmente, está relacionado com a respiração pela boca, muito prejudicial ao crescimento dos ossos da face por estimular uma postura errada da língua, da mandíbula e da cabeça. Com isso, os músculos da face e do pescoço mudam sua forma de trabalhar e – como têm poder de modelamento sobre a ossatura, principalmente em crianças e adolescentes – alteram o crescimento dos ossos.
Aqui, prova-se mais uma vez como a interdisciplinaridade entre áreas médicas pode beneficiar o paciente, no caso deste artigo, tanto para recuperar a potencializar uma respiração correta, quanto para corrigir e normalizar os dentes e os traços e a harmonia da face. Tudo a um só tempo, em benefício da saúde de crianças e adolescentes.
Dicas simples para viver mais e melhor 29/06/2009
Posted by gersonkohler in Dicas.Tags: boca, bucal, cárie, dentes, dentofacial, Dicas, endocardite bacteriana, escova de dente, fio dental, gengivite, higiene bucal, musculatura mastigatória, saúde, saudável, vida, viver
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A busca por uma vida mais saudável é constante. Pequenas atitudes podem fazer a diferença no organismo de cada um. No quesito saúde bucal. Para manter a saúde dentofacial – a velha e tradicional escova de dente (hoje em dia em modelos que permitem maior eficácia na higiene bucal) deve ser usada rotineiramente, devendo-se trocá-la periodicamente, para que não acumule microorganismos nocivos. O uso do fio dental é indispensável para complementar a higiene bucal e os chicletes devem ser evitados como hábito rotineiro. As pessoas que mastigam goma de mascar por muito tempo podem apresentar sintomas desconfortantes na musculatura mastigatória, pela exacerbação de sua utilização. É preciso lembrar que higienizar a boca e os dentes não é somente uma medida preventiva de doenças locais (como cárie e gengivite), mas também de doenças sistêmicas, isto é, que podem se apresentar em outras regiões corporais, inclusive no coração, através da chamada endocardite bacteriana.
Mas… Ser feliz é o melhor remédio. Bons hábitos ajudam a viver mais e melhor, porém nada disso vale sem a felicidade. Há estudos que dizem que as pessoas otimistas vivem até 12 anos mais.
Cefaleia tensional, companheira indesejada no dia-a-dia 24/06/2009
Posted by gersonkohler in Cefaleia.Tags: adolescentes, adultos, ansiedade, boca, cabeça, Cefaleia, cefaleia tensional, craniofacial, crianças, dentes, dentofacial, depressão, dores de cabeça, estresse, musculatura, musculatura da face, ortodôntica, ortopédica, rangidos de dentes
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As dores de cabeça, infelizmente, são companheiras frequentes de hoje em dia. O ritmo de vida acelerado gera estresse, ansiedade, depressão e tensão constantes, que muitas vezes resultam no incômodo que acaba com o bem-estar, a qualidade de vida e o sossego de qualquer um.
A mais comum é, sem dúvida, a cefaleia tensional, aquela dor parecida com a sensação de aperto, pressão na cabeça, como se fosse feita por uma faixa ou capacete. Ela é dividida em duas categorias: a episódica e a crônica. Estudos epidemiológicos comprovam a presença marcante da primeira, que acomete aproximadamente 87% da população em geral. Durante toda a vida, há prevalência em cerca de 70% dos homens e quase 90% das mulheres. Normalmente, essa dor vem e passa rápido, mas em alguns casos ela pode perdurar por 15 dias, o que significa que algo muito errado está acontecendo.
Uma das causas pode ser a contração da musculatura da face devido à sobrecarga emocional. A pessoa, involuntariamente, ao invés de procurar relaxar, descarrega essa tensão sobre a região da boca por meio do apertamento dos dentes. Isto pode ocorrer tanto de dia quanto de noite (apertamentos silenciosos e não necessamente os conhecidos e ruidosos rangidos de dentes). Se ocorrem à noite podem ser detectados em sua intensidade e tempo de duração pelos exames chamados polissonográficos.
Por isso, a avaliação da disfuncionalidade ortopédica/ortodôntica craniofacial pode ser um dos caminhos para encontrar a resolução do problema.
Entre os diversos tratamentos indicados para a cefaleia – que incluem intervenções médicas, principalmente neurológicas por meio de remédios, como analgésicos -, está a normalização da região dentofacial, tanto morfológica quanto funcionalmente. Ao inibir as parafuncionalidades (funções equivocadas da musculatura), as melhorias no conforto e bem-estar do paciente serão significativas.
Crianças, adultos e adolescentes podem ser afetados pelo desconforto. Como dissemos, muitas vezes pode ser um problema momentâneo, mas, caso o quadro se estenda por um tempo fora do normal, é bom procurar um médico.
Caros amigos, conversei com a Jovem Pan São Paulo recentemente sobre o tema deste artigo. Para escutar a matéria da repórter Simone Manochio, é só clicar no link a seguir. Um abraço.

